sábado, 23 de abril de 2016

golpe, não há outro nome

Há neste momento uma enorme incongruência entre a grande mídia nacional e a grande mídia internacional. The Economist,Guardian, El Pais, Le Monde, Financial Times, Reuters, Wall Street Journal, Le Parisien, Irish Times, New York Times, Pravda, El Observador, Al Jazeera, Fox News, CNN, La Nación e até mesmo o Clarin, entre muitos e muitos outros, dizem que está ocorrendo um golpe no Brasil. Na tentativa de construir uma narrativa diferente, Globo, Folha, Estadão, Abril, insistem em dizer o contrário..



quarta-feira, 20 de abril de 2016

"é surreal"

A imprensa internacional, até mesmo veículos conservadores e críticos ao atual governo brasileiro, como The New York Times, The Economist, Washington Post, Le Monde entre outros, tem se pronunciado de forma contundente sobre o absurdo ocorrido no Brasil no Congresso Nacional no último domingo.
Nesta matéria, publicada no Portal GGN, o jornalista Glen Greenwald diz em entrevista à CNN sobre o momento político no Brasil,  que "é a coisa mais surreal que eu vi em meu tempo como jornalista em qualquer outro lugar, cobrindo política em vários países do mundo".
A matéria completa abaixo:

Na CNN, jornalistas falam sobre crise brasileira

Jornal GGN – O jornalista Glen Greenwald falou à CNN sobre a crise política brasileira e a tentativa (até agora bem sucedida) de políticos corruptos derrubarem uma presidente honesta e democraticamente eleita. A mídia estrangeira vem realizando uma ampla cobertura do caso e os correspondentes internacionais não escondem seu assombro. “É a coisa mais surreal que eu vi em meu tempo como jornalista em qualquer outro lugar, cobrindo política em vários países”, disse Greenwald.
“A pessoa presidindo o processo de impeachment na Câmara, Eduardo Cunha, é alguém que, já se sabe, ocultou milhões de dólares em propinas. Não há nenhuma possibilidade que não envolva corrupção. Ele não tinha uma fortuna, nenhum negócio legítimo. Milhões de dólares escondidos em contas bancárias na Suíça. Ele é alguém que está presidindo a Câmara. E eles todos estão vindo à frente, um por um, todos acusados de corrupção e dizendo ‘nós devemos tirar a presidente por corrupção’. E surpreendentemente, a própria Dilma é uma das poucas pessoas que não são acusadas de receber propina”, relatou.
“Há essa grande investigação, chamada Lava Jato, na qual esses jovens promotores estão colocando as pessoas na prisão. A preocupação é que a intenção de derrubar Dilma seja dizer para o país: ‘Vejam, nós nos livramos do problema de corrupção’. E eles esperam que a pressão pública vá desaparecer depois dessa catarse do impeachment, e que as investigações vão acabar e todos os políticos verdadeiramente corruptos vão estar seguros”.
Abaixo, o vídeo da conversa entre os dois jornalistas e uma transcrição traduzida pela equipe do Jornal GGN:
( o link aqui e a entrevista transcrita, abaixo, clicando em "mais informações )

domingo, 17 de abril de 2016

temos que falar sobre as bananas

Primeiro em Honduras. Depois no Paraguai. Agora o primeiro passo foi dado no Brasil. A mesma receita. Aqui, ao menos, os deputados disseram escancarada e despudoradamente a razão pela qual deram o golpe: pelas suas respectivas famílias.
Em outubro de 2012, este empório antecipava o golpe com o artigo o risco que corremos.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

o muro

Do muro que separa o Brasil, a fotógrafa Paula Cinquetti enxergou a poesia possível.

sábado, 2 de abril de 2016