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terça-feira, 15 de março de 2016

Hannah Arendt e o mal intencional dos promotores e juízes brasileiros

Por Fábio de Oliveira Ribeiro
Hannah Arendt só viu em Eichmann uma coisa: a total ausência de consciência. Ele era um espantalho orgulhoso por ter cumprido fielmente ordens. Era incapaz de questionar a natureza das ordens que havia cumprido. Não havia nele uma perversidade demoníaca. Apenas uma evidente desumanidade. Eichmann havia abdicado de sua consciência, ou seja, de sua capacidade de conversar consigo mesmo antes de agir.
(continua em "mais informações")

terça-feira, 7 de agosto de 2012

o sono do judiciário

Enquanto o advogado de defesa Arnaldo Malheiros Filho fazia os seus pronunciamentos - os pronunciamentos que farão, ou deveriam fazer parte da substância que formulará a decisão do STF - dois dos seus ministros mais midiáticos dormiam(*). O mesmo não ocorreu nas horas discursivas do acusador e procurador Roberto Gurgel, que citou inadvertidamente, até Chico Buarque. Na ocasião, os dois estavam tão atentos quanto inflexíveis.

(*) em foto de André Coelho.